Tipos de Software
Gostaria de esclarecer nesta coluna um ponto de dúvida de muitas
pessoas quando fala-se sobre Software Livre. Quando um software é livre
e quando não é, quando um Software Livre não é sinônimo de software
gratuito, e quando é. Analisemos a seguinte classificação:
Software Livre ou Open Source: O código fonte do software
é distribuÃdo e os termos de licença permitem que o software seja
modificado e redistribuÃdo com as mesmas liberdades do software
original. Essa abertura e liberdades previnem a comercialização
proprietária. Programas que usarem o código fonte livre deverão
sujeitar-se aos termos originais da licença aberta. Exemplos deste tipo
de software livre são o kernel Linux e o servidor web Apache.
Software Livre Comercial: A engenharia do software usada
por um software livre não exclui a possibilidade de que este venha
usado comercialmente. Software livre pode, também, ser distribuÃdo
mediante pagamento. Entretanto, essa prática perde muito de seu efeito
pelo fato de que, a princÃpio, qualquer um pode distribuir um software
livre também gratuitamente. Esta categoria inclui modelos de negócios
em software livre que são baseados em serviços de valor agregado, como
empacotamento e venda de diversos softwares livres integrados
(distribuições Linux) e outros que geram receita com serviços
complementares à esta atividade, como venda de hardware especÃfico,
serviços e customização de software. Exemplos: distribuições como Red
Hat Enterprise, Mandrake.
Freeware: No caso de um freeware, o código fonte não está
disponÃvel; ele é distribuÃdo na sua forma binária (programa
executável) e não pode ser modificado. Entretanto, pode ser copiado e
distribuÃdo gratuitamente. Exemplos: plugins e leitores como Adobe
Acrobat Reader e Real Player.
Shareware e Software Proprietário/Comercial: Um
software proprietário/comercial é distribuÃdo sem seu código fonte. É
normalmente comercializado sob termos de uma licença de uso. Essa
licença define uma série de termos os quais o usuário deve respeitar
para estar habilitado a usar o software. Porque o código fonte não está
acessÃvel, é tecnicamente impossÃvel modificar o software. Exemplos:
Microsoft Windows e Winzip.
Estas quatro categorias de software refletem quatro grupos ideais de
divisão. Na realidade, porém, nem sempre podemos dividir os softwares
exatamente desta forma. Existem diversos métodos de distribuição e
possibilidades de acesso ao código fonte. Por exemplo, é possÃvel
existir um software que permita ser usado gratuitamente, mas peça em
troca uma doação voluntária. Softwares shareware podem ser usados por
algum tempo gratuitamente e depois devem ser licenciados. Até mesmo no
caso de softwares proprietários o código fonte pode estar “acessÃvelâ€.
A iniciativa “Shared Source†da Microsoft é um exemplo. A Microsoft
permite que clientes, parceiros e governos tenham acesso ao fonte de
seus produtos. Isso porém, sem poder modificá-los e redistribuÃ-los.
Não esqueçamos, entretanto, que a única categoria que permite acesso à s
liberdades defendidas pela Free Software Foundation (www.fsf.org) e
pela Open Souce Initiative (www.opensource.org) é aquela do Software Livre ou Open Source.



GOSTARIA DE SABER QUE : ALÉM DE SOFTWARE BÃSICO E APLICATIVO, QUAL A OUTRA FORMA DE DIVIDIR OS TIPOS DE SOFTWARE.
Parabéns pelo blog e pela Playlista (free tv)